consultas de Psicologia Dinâmica centrada na auto-regulação voluntária e consciente do comportamento pessoal
sábado, 6 de março de 2010
Daniel Goleman fala com brilhantismo sobre inteligência ecológica
Por isso é praticamente uma obrigação ajudar a difundir o que Goleman diz:
"Os milénios desde o nascimento da civilização testemunharam a emergência lenta, mas regular de novas variedades de ameaças, daí que, hoje, a nossa espécie se depare com o risco de forças que fogem aos nossos alarmes perceptuais.
(...) O nosso cérebro encontra-se extremamente afinado para identificar e reagir de imediato a uma variedade fixa de riscos, os quais se encaixam no alcance do periscópio da natureza. A natureza equipou o sistema de alarme do cérebro para localizar e recuar imediatamente perante objectos lançados contra nós, expressões faciais ameaçadoras, animais a rosnar e outros perigos semelhantes ao nosso redor. Esse equipamento ajudou-nos a sobreviver até aos dias de hoje.
No entanto, nada no nosso passado evolutivo moldou o nosso cérebro para identificar ameaças menos visíveis, como o aquecimento lento do planeta, a disseminação traiçoeira de partículas químicas destrutivas no ar que respiramos e nos alimentos que ingerimos, ou a destruição inexorável de quantidades imensas de flora e de fauna no nosso planeta. (...) no que toca ao aquecimento global, encolhemos os ombros. O nosso cérebro é excelente a lidar com ameaças momentâneas, mas vacila ao gerir as que vêm ao nosso encontro num futuro indefinido.
(Daniel Goleman, "Eco Inteligência", pág. 42-43. Temas e Debates, Círculo de Leitores, 2009)
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O mito da supermãe está a regressar - Sociedade - PUBLICO.PT
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Khoisan são os humanos geneticamente mais ricos
Estudo capa da «Nature» apresenta genoma completo de caçador-recolector do deserto Kalahari
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O que é ser mãe?
Os alunos da professora de primeira série Debbie Moon estavam a examinar uma fotografia de família.
Uma das crianças da fotografia tinha os cabelos de cor bem diferente dos demais.
Alguém logo sugeriu que essa criança tivesse sido adoptada.
Logo uma menina falou:
- Sei tudo sobre adopção, porque eu fui adoptada.
Logo outro aluno perguntou-lhe:
- O que é "ser adoptado"?
- É - disse a menina - que a gente cresce no coração da nossa mãe, e não na barriga!
O conforto emocional, além das palavras
Um rapazinho, pequenito, tinha um vizinho, um velhinho, cuja esposa havia falecido há pouco tempo. O senhor estava a chorar.
Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente sentou-se ao colo do velhinho.
Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho, ele respondeu:
- Nada. Ajudei ele a chorar.
Esta criança, diz Leo, tinha quatro anos de idade.
Não estudes mais, estuda melhor
- Não estudes tanto, estuda melhor
domingo, 1 de novembro de 2009
Treinar, treinar, treinar...
Quem o diz é um menino-prodígio, Marc Yu, que acaba de actuar, com grande êxito, no Carnegie Hall, em Nova Iorque, a convite do (já) consagrado Lang Lang.