quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O conforto emocional, além das palavras

Não sei se a história que se conta é verdadeira, ou é uma ficção.
Seja como seja, é muito bonita, contada por Leo Buscaglia.
Ora, oiçam!
Era uma vez...

Um rapazinho, pequenito, tinha um vizinho, um velhinho, cuja esposa havia falecido há pouco tempo. O senhor estava a chorar.
Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele, e simplesmente sentou-se ao colo do velhinho.
Quando a mãe perguntou a ele o que havia dito ao velhinho, ele respondeu:

- Nada. Ajudei ele a chorar.

Esta criança, diz Leo, tinha quatro anos de idade.

Não estudes mais, estuda melhor

Hoje em dia, mais do que nunca, em que tanta oferta educativa se põe diante dos estudantes, a chave do sucesso parece ser esta:
  • Não estudes tanto, estuda melhor
Quantos estudantes conhece cada um de nós que se surpreendem por verem colegas que parecem - ou são mesmo! - menos inteligentes, mas que, todavia, obtêm melhores resultados escolares?
Ora se o que faz a diferença nos resultados escolares não é o nível ou o tipo de inteligência, o que é senão a disciplina e a educação do esforço e do trabalho escolar?
Vale a pena reflectir... vale a pena investigar..

domingo, 1 de novembro de 2009

Treinar, treinar, treinar...

Quem o diz é um menino-prodígio, Marc Yu, que acaba de actuar, com grande êxito, no Carnegie Hall, em Nova Iorque, a convite do (já) consagrado Lang Lang.
O convite tinha 2 anos. Na ânsia de um menino de 7 anos terá parecido uma eternidade. E chegou a hora da concretização, no dia 27 de Outubro de 2009.
Correu tudo muito bem.
Na pessoa de um menino-prodígio, a excelência parece que brota espontaneamente, sem esforço, ao sabor da inspiração, que acontece também sem esforço.
Depois da actuação, perguntaram-lhe o que tinha ele sentido ao estar ali. Ele respondeu: “It’s one of those magical places where the gods live, or fairies.” “And I would love to come back.”
Já todos ouvimos dizer que o sonho comanda a vida. É verdade. Mas também a imaginação e o esforço comandam. Que nem os melhores mosqueteiros, "Um por todos, todos por um."

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Olha-se... para onde?

A vida só pode ser compreendida, olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para a frente.
Life can only be understood backwards; but it must be lived forwards.
Soren Kierkegaard
Filósofo dinamarquês (existencialismo), 1813-1855

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Uma mezinha muito interessante

Quando a dor se aproxima
Fazendo eu perder a calma
Passo uma esponja de rima
Nos ferimentos da alma.
(Jó Patriota)

quinta-feira, 19 de março de 2009

Do pensar ao fazer

O relatório da UNESCO para a a observação do estado da educação para todos, em todo o mundo, em 2009, diz o seguinte:
A gestão e a regulação mais eficaz [dos serviços escolares] são mais fáceis de decidir nos seus princípios do que concretizá-las realmente na prática.
Ora não será que nos deparamos com a mesma situação na gestão e na regulação dos comportamentos individuais?

sexta-feira, 13 de março de 2009

Charles Darwin, bicentenário, emoções e educação

Numa altura em que se comemora o bicentenário do nascimento de Charles Darwin, vale bem a pena pensar e discutir acerca do que ele diz do seu - a muitos títulos, notável! - livro sobre a expressão das emoções nos homens e nos animais.É mesmo no final, na última página do livro, em jeito de conclusão:
"O facto de experimentarmos uma emoção através de sinais exteriores faz com que ela seja intensificada. A repressão, pelo contrário, de todos os sinais exteriores da emoção, na medida em que é possível, conduz a um atenuamento da mesma. Uma pessoa que não refreie os gestos violentos quando está furiosa, acaba por aumentar a sua fúria; quem não controla os sinais do medo, irá sentir ainda mais esse medo; e alguém que permanece passivo quando é esmagado pela dor, perde com isso a sua principal hipótese de recuperar a elasticidade mental."
Darwin, C., A Expressão das emoções nos homens e nos animais, Lisboa, Relógio D'água Editores, 2006, p. 336.